sábado, 6 de abril de 2013

Quando não faço nada

 

Morgar, com toda a certeza é algo que eu faço bastante. Mas, quando estou nesse estado, geralmente minha mente fervilha de pensamentos aleatórios, mas muitos compartilham disso também. Não é que sou preguiçoso, eu gosto de observar as coisas. Na verdade acho que esse mundo é lindo demais para não ser obsevado e na verdade é isso que me faz ter uma grande admiração por desenhistas e músicos. Mas é claro que quando digo isso estou falando de músicos de verdade, não de imbecis que cantam versos idiotas que grudam na cabeça muito mais do que supercola. Acho realmente impressionante o som que alguns conseguem tirar de violões, assim como tenho uma profunda admiração por quem consegue fazer algo espetacular apenas com lápis e papel. Fico muito mais impressionado ao saber que é tudo simples informação. Desde o mais simples traço ao mais impressionante acorde, variam de minúsculos impulsos elétricos que são passados de células em células.

Acho magnífico saber que esses impulsos são revertidos em obras primas e essas obras primas são revertidas outra vez em impulsos elétricos, e esses impulsos são informação. Somente ao ler quantas informações se cérebro já recebeu? Muito mas do que qualquer livro é transmitido em às vezes 15 segundos de visão, mas porque ainda continuamos a escrever? Acredito que é algum tipo de extinto de deixar a sua marca em algum lugar. Quem lê é claro absorve as informações dessa marca e ela é interpretada de alguma forma por outra pessoa, é claro que essa mensagem ira ser convertida mais uma vez em impulsos e enquanto isso acontece você imagina as imagens que são produzidas do livro em seu cérebro, acredito que esse seja o motivo pelo qual escrevemos. Eu realmente escrevo a um bom tempo, mas só hoje eu parei para pensar no motivo disso.

Costumo tentar sempre escrever de uma forma que você, leitor, se sinta no texto e ele seja de certa forma impessoal para mim, mas muito pessoal para você e isso claro usando informações pessoais do meu dia a dia. Acredito que essa seja a primeira vez que eu uso de uma experiência pessoal para escrever algo pessoal, de uma forma que isso possa se aplicar vocês ou não. Mas é disso que é feita a vida, renovação e estou cansado de sempre seguir o mesmo padrão de escrita. É claro que tenho um estilo de escrita, mas opiniões e estilos mudam através do tempo. E algo que se aplica muito a mim e não sei a vocês é ficar sentado por horas olhando para um ponto fixo qualquer imaginado mil coisas pelo simples fato de não ter nada para fazer. As pessoas se ocupam demais com seus afazeres que se esquecem de olhar para a beleza do mundo natural a sua volta, mas não estou aqui para dizer: “Ei, você! Vire um vagabundo!”. Com toda a certeza não! Apenas acho que existe todo um mundo para ser observado, estudado e até melhorado. Podemos é claro fazer isso, afinal como dizia Thomas Edison: “As maiores descobertas são feitas a partir das menores coisas”. E essa pequenas coisas além de tudo, são exepicionais...

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